Obesidade e Distúrbios Alimentares

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Segundo o Ministério da Saúde, 50% da população brasileira já tem sobrepeso ou obesidade. Raramente a obesidade é causada por doenças hormonais. Na maioria dos pacientes, a obesidade é consequência de um estilo de vida desregrado, como o sedentarismo e a ingestão excessiva de alimentos calóricos e pouco nutritivos. [Imagem]

Segundo o Ministério da Saúde, 50% da população brasileira já tem sobrepeso ou obesidade. A obesidade é a principal epidemia do século 21.

Para avaliarmos se uma pessoa está acima do peso, devemos calcular o “índice de massa corporal”, conhecido como IMC. A fórmula para chegarmos ao IMC é feita da seguinte maneira: devemos dividir o peso (em kg), pela altura (em metros) elevada ao quadrado. Se o valor ficar entre 19 e 24,9 kg/m2, você estará com o peso normal. O sobrepeso é caracterizado quando o valor atinge entre 25 e 29,9. Números de IMC acima de 30 caracterizam obesidade.

Sintomas

Os sintomas decorrentes da obesidade são: pressão alta, diabetes, dores articulares, depressão, problemas no joelho, problemas de fertilidade, apneia do sono e, em alguns casos, câncer. Exames de laboratório podem diagnosticar níveis elevados de colesterol, ácido úrico e glicemia.

Causas

Raramente a obesidade é causada por doenças hormonais. Na maioria dos pacientes, a obesidade é consequência de um estilo de vida desregrado, como o sedentarismo e a ingestão excessiva de alimentos calóricos e pouco nutritivos. Entretanto, se o aumento de peso surgiu de maneira muito rápida, sem estar ligada ao aumento da ingestão de calorias, o médico deve investigar doenças endocrinológicas que levam à obesidade.

Diagnóstico

O exame clínico é feito por meio do cálculo do IMC e da medida da circunferência abdominal. Exames complementares de sangue podem ajudar no diagnóstico de dislipidemias, de diabetes e de outras complicações decorrentes da obesidade.

Tratamento

A base do tratamento será a mudança do estilo de vida, com foco na alimentação saudável e equilibrada e atividades físicas. Para melhores resultados, é necessário que o acompanhamento do paciente seja feito por uma equipe multidisciplinar, composta por nutricionista, educador físico, psicólogo ou psiquiatra e, em alguns casos, um cirurgião gástrico.